ࡱ> [d5bjbjΐΐd-2!2!..........$.B.....2223B5B5B5B5B5B5BnDGj5B.2q2|2225B....JB5552....3B523B55QA|A.'3.3A B`B0BAzG5(zG$AzG.A 225222225B5B5222B2222zG2222222222! F-:PROJETO ARBORIZAO URBANA O espao urbano constitudo basicamente por reas edificadas (casas, comrcio e indstrias), reas destinadas circulao das pessoas e veculos e reas livres de edificao (praas, quintais, etc.). Entende-se por arborizao urbana toda cobertura vegetal de porte arbreo existente nas cidades. As rvores encontradas nas cidades exercem funo ecolgica, no sentido de melhoria do ambiente urbano, e esttica, no sentido de embelezamento da cidade. Algumas contribuies significativas na melhoria da qualidade do ambiente urbano so citadas a seguir: a. purificao do ar, pela fixao de poeiras e gases txicos como gs carbnico e pela reciclagem de gases atravs dos mecanismos fotossintticos e produo de oxignio; b. melhoria do microclima da cidade, pela reteno de umidade do solo e do ar e pela gerao de sombra, evitando que os raios solares incidam diretamente sobre as pessoas; c. reduo na velocidade do vento; d. influncia no balano hdrico, favorecendo a infiltrao da gua no solo e provocando evapotranspirao mais lenta; e. abrigo fauna, propiciando uma variedade maior de espcies, em conseqncia influenciando positivamente para um maior equilbrio das cadeias alimentares e diminuio de pragas e agentes vetores de doenas; e f. amortecimento de rudos. Uma outra funo importante da arborizao urbana seu prstimo como corredor ecolgico, interligando as reas livres vegetadas da cidade, como praas e parques. A flora nativa, h milhares de anos interagindo com o ambiente, passou por um rigoroso processo de seleo natural que gerou espcies geneticamente resistentes e adaptadas ao meio, diferentemente das espcies exticas que no sofreram tal processo e, em hiptese alguma so o substituto ideal para a vegetao nativa em todas as funes que desempenham no ecossistema (LORENZI, 1992). A escolha das espcies arbreas deve ser feita de maneira cuidadosa, levando em conta no apenas a beleza, mas suas caractersticas morfolgicas como, dimetro de tronco, altura mxima e o tipo de raiz, alm das caractersticas ecolgicas como o tipo de solo onde ela se desenvolve melhor. A escolha correta evita problemas com os equipamentos urbanos, como fiaes eltricas, encanamentos, calhas, calamentos, muros, postes de iluminao e gastos desnecessrios referentes a podas que poderiam ser evitadas ou mesmo a supresso total. Com base na importncia do plantio de rvores nos centros urbanos, este projeto esta sendo desenvolvido para beneficiar a cidade de Sertozinho, proporcionando qualidade de vida, alm da implementao e aplicao da Poltica Municipal de Meio Ambiente. Escolha da espcie mais adequada. Para espcies de menor porte recomenda-se o plantio em ruas estreitas e sob a fiao da rede de energia eltrica. As espcies de portes mdio e grande so indicadas para as ruas largas ou avenidas que tenham um canteiro central largo. Desta forma, evita-se o contato da rvore com a fiao e conseqentemente a interrupo no fornecimento de energia. O projeto de arborizao municipal priorizar as espcies nativas, mas no deixar de utilizar espcies exticas. Espcies a utilizar para reduo da poluio Se o objetivo utilizar espcies para o controle da poluio, em reas centrais do municpio, ento deve-se utilizar uma composio de espcies resistentes poluio e que ao mesmo tempo renam caractersticas morfolgicas adaptadas para esta funo, pois as folhas das rvores podem absorver gases poluentes e prender partculas sobre sua superfcie, especialmente se estas forem pilosas, cerosas ou espinhosas. Espcies a utilizar em estacionamentos Se o objetivo arborizar locais de estacionamento de veculos, deve-se utilizar espcies que proporcionem sombra, mas que no tenham frutos grandes, que possam causar danos aos veculos, folhas caducas de grande tamanho e outras caractersticas que dificultem o trnsito dos veculos. Espcies a utilizar em canteiros centrais Na arborizao de canteiros centrais pode-se utilizar espcies de grande porte, se o canteiro tiver grandes dimenses (mais de 4 metros de largura), ou ento espcies colunares, como as palmeiras. Espcies a utilizar em corredores de fauna As ruas e avenidas da cidade podem formar corredores para o deslocamento da avifauna construdos por meio do emprego de espcies nativas que produzam frutos e constituam abrigo para as aves na cidade. Tais corredores devem ter ocorrncia na rea de mata e vice-versa. As espcies utilizadas devem produzir frutos e sementes em diferentes pocas do ano, de forma a proporcionar alimentao permanentemente disponvel no corredor. Alm disso, fundamental que o logradouro permita no apenas a aplicao de espcies variadas, mas tambm que cada uma possa contribuir com expressivo nmero de indivduos. necessria uma grande quantidade de frutos de uma mesma espcie para que o corredor seja efetivamente atrativo. Espcies que no se deve usar Deve-se evitar a utilizao de algumas espcies por diversas razes. Em alguns casos, pode-se ter uma alta freqncia de indivduos de uma mesma espcie, o que indcio para o aparecimento de doenas. Outro caso a elevada afinidade de certas espcies com hemi-parasitas, como as ervas-de-passarinho. Neste caso, deve-se evitar o uso da uva-do-japo (Hovenia dulcis) e controlar o uso da Tipuana (Tipuana tipu). Outras espcies, como Perna-de-moa (Brachychyton populneum), apresentam problemas de estabilidade em caladas. Outras razes so aquelas mais obvias, como no utilizar espcies frutferas que apresentam grandes frutos prximo a locais de estacionamentos, espcies caduciflias que apresentam grandes folhas prximo a locais de drenagem superficial, como calhas e bueiros, espcies que apresentam razes superficiais, notadamente conhecidas como do gnero Ficus, em logradouros que apresentam pouco espao etc. COMO PLANTAR - Deixar um quadrado de 50 x 50 cm sem calada; - Abrir uma cova de aproximadamente 50 cm de profundidade e 30 cm de dimetro; - Retirada do saquinho plstico do torro das mudas, tomando o cuidado para no desmanchar o torro (pedao de terra que envolve as razes) - Centralizar a muda na cova - Fixar o tutor ao lado do torro da muda - O colo da muda (zona que separa o caule da raiz) dever ficar no nvel da superfcie do terreno, evitando-se amontoar terra sobre o caule (tipo vulco).  - Manuteno das mudas com poda corretiva, adubao, irrigao ou substituio caso seja necessrio. ONDE PLANTAR: Marcao do local de plantio e abertura das covas, respeitando as distncias determinadas na Lei Municipal 3209/96. Distncia de esquinas...............................................5 metros Distncia de postes de fiao...................................4 metros Distncia de poste de sinalizao.............................3 metros Distncia da entrada da garagem..............................1 metro Distncia da muda da sarjeta....................................0,5 metro - Espaamento entre as mudas de pequeno porte........4 metros Espaamento entre mudas de mdio porte...............5 metros Orientao de poda A poda das rvores urbanas uma prtica constante, seja para proporcionar mais vitalidade s rvores, seja por questes de segurana ou mesmo simplesmente por esttica. Esta prtica consiste na retirada de ramos, galhos ou mesmo de parte das razes. A prtica da poda inicia-se ainda no viveiro, com o objetivo de direcionar o desenvolvimento da copa contra a tendncia natural do modelo arquitetnico da espcie. Isto feito para compatibilizar a rvore com os espaos urbanos ou para promover sua conformao esttica. Este tipo de poda chamado de poda de formao . Aps alcanado o objetivo da configurao arquitetnica da copa, as rvores necessitam de cuidados, como a retirada de galhos secos e a eliminao de focos de fungos ou plantas parasitas. Ento, realizada a poda de manuteno . Mesmo aps estes procedimentos podem ocorrer alteraes do ambiente urbano que demandem a realizao de outra modalidade, a poda de segurana , com o objetivo de prevenir acidentes. Para entender melhor o processo preciso imaginar a estrutura de uma rvore, suas caractersticas, como forma da copa, galhos, folhas e outros. O conhecimento prvio da arquitetura das espcies que se pretende utilizar em arborizao fundamental para o seu planejamento, reduzindo os custos de manuteno e melhorando a vitalidade das rvores. Poda de formao A poda dos galhos deve ser realizada o mais cedo possvel, para evitar cicatrizes muito grandes. Por esta razo, os galhos baixos, que dificultaro a passagem de pedestres ou o estacionamento de veculos, devero ser retirados quando a planta ainda jovem. Alm destes, galhos com insero defeituosa tambm devero ser retirados. Poda de manuteno Na poda de manuteno, so eliminados basicamente galhos senis ou secos. A ateno, neste caso, dada para a base do galho. Na base do galho, insero do galho no tronco, pode-se observar duas estruturas: a crista de casca na parte superior e o colar na parte inferior da base do galho. No momento da poda, estas duas estruturas devero permanecer intactas. Quando o galho tem mais de 5cm de dimetro, para a realizao da poda, necessrio adotar o tradicional mtodo denominado de trs cortes. Primeiramente, faz-se um corte na parte inferior do galho, a uma distncia do tronco equivalente ao dimetro do galho, ou no mnimo 30cm. Este corte no precisa ser profundo, sendo 1/3 do dimetro do galho suficiente. O prprio peso do galho dificultar a ao da serra. O segundo corte feito na parte superior do galho, distante de 2cm a 3cm acima do corte inferior, at a ruptura do galho. O terceiro corte visa eliminar o toco remanescente. Sem estar sendo forado pelo peso do galho, este corte muitas vezes deve ser feito de baixo para cima, preservando-se o colar e a crista de casca intactos. Isto porque a serra nem sempre pode ser corretamente posicionada na parte superior do galho, devido ao ngulo de insero muito pequeno. O corte dos galhos pesados sem os trs cortes provocar danos no tronco logo abaixo do galho, apresentando descascamento ou extrao de lascas do lenho, alm disso, por meio do primeiro e do segundo cortes pode-se direcionar a queda do galho. Poda de Segurana Esta poda semelhante de manuteno. A diferena que neste caso o galho no est preparado para a poda, pois quando o mesmo perde a vitalidade, o que popularmente chama-se de "morto", ocorre a reduo dos processos bioqumicos dentro do lenho junto sua base. Isso prepara os mecanismos de defesa, para a futura perda do galho. Uma alternativa para esta eventualidade o corte em etapas, preparando o galho para a poda. Na primeira poda, o galho cortado a uma distncia de 50cm a 100cm do tronco. O galho, assim debilitado, provocar a ativao dos mecanismos de defesa. Aps um ou mais perodos vegetativos, procede-se a uma segunda poda, agora junto ao tronco, concluindo a operao de remoo do galho. Obs: Nunca deve-se realizar a poda em mais de 2/3 da copa. REFERNCIAS BIBLIOGRFICAS  HYPERLINK "http://www.rge-rs.com.br/gestao_ambiental/arborizacao_e_poda/especies_recomendadas.asp"http://www.rge-rs.com.br/gestao_ambiental/arborizacao_e_poda/especies_recomendadas.asp Lei Arborizao N 3209, de 31 dezembro de 1996 Dispe sobre a arborizao do municpio de Sertozinho e d outras providncias. Lei Complementar n 204/2008 - Institui o Cdigo de Proteo Ambiental e d outras providncias.   jij_-STse_|},!! !#!;!*B*PJnHphtHhD0JnHtHjhDUjhDU+;0. A!n"n#n$n% FdJFIFddDuckyP&Adobed  l      f  1!2"#$%04A35&  !1AQ" arq2Bbs#3ct$4CSDT50!1Q"@`A2 aR!1A Qaq0 D?a(,Nwbax/%pn:VŎUW+^\Oq}/k]]S7s'VyGNYw3V7[]9ǩu#]|VamN[c@pFU^klCq7P,~7niauWj%b ̫ZMo?QTm/gJsSUZ.OOdՈn&*+Mkշc*t9$IXVdٺ}5eb;W-,C>p܌U s#ci[Ȓ2dG L[Bi@nkZa! %(*624ʗ"I"jEocsK5R9quk} rob|?PMł6OQ׺EY]%$J$Zo8  Q>ژDZPھ'AbN>+dlAe?ShdXF X#rg]7pȎU$%%nI0_k3[,4ʞq {#Y.#I~lL/w#DS<nV+}E4@E*hH:L)Y8E^ĴgؕzƷ6ݯ"qN\xlZ9ݦcm 4o$q7ޕWL!d \&/7j|ߏm M.VR? 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 8 xX %+81 ]^ `HH Estrutura de Tpicos 6@HH Estrutura de Tpicos 7AH"H Estrutura de Tpicos 8BH!2H Estrutura de Tpicos 9C/B Ttulo1~LT~Gliederung 1CD # @  !`'-2@8=dd*$1$7$^09B*CJ@OJPJQJ_HaJ@mHphsHtHAR Ttulo1~LT~Gliederung 2HE # N ."n(.3N9]^`CJ8aJ8Qb Ttulo1~LT~Gliederung 3EF 8 xX %+816x]^`CJ0aJ0ar Ttulo1~LT~Gliederung 4EG h H(#(h.4 d]^ `CJ(aJ(q Ttulo1~LT~Gliederung 5:H  8 xX %+81 ]^ `JJ Ttulo1~LT~Gliederung 6IJJ Ttulo1~LT~Gliederung 7JJJ Ttulo1~LT~Gliederung 8KJJ Ttulo1~LT~Gliederung 9L/ Ttulo1~LT~Titel@M$ & @  !`'-2@8=dd*$1$7$a$09B*CJXOJPJQJ_HaJXmHphsHtH/ Ttulo1~LT~UntertitelDN$ & @  !`'-2@8=dd*$1$7$a$09B*CJ@OJPJQJ_HaJ@mHphsHtH/ Ttulo1~LT~Notizen>O & @  !`'-2@8=ddZ*$1$7$-B*CJOJPJQJ_HaJmHphsHtH|/| Ttulo1~LT~Hintergrundobjekte P*$1$7$CJPJ_HaJmHsHtHt/t Ttulo1~LT~HintergrundQ$*$1$7$a$CJPJ_HaJmHsHtHPK![Content_Types].xmlj0Eжr(΢Iw},-j4 wP-t#bΙ{UTU^hd}㨫)*1P' ^W0)T9<l#$yi};~@(Hu* Dנz/0ǰ $ X3aZ,D0j~3߶b~i>3\`?/[G\!-Rk.sԻ..a濭?PK!֧6 _rels/.relsj0 }Q%v/C/}(h"O = C?hv=Ʌ%[xp{۵_Pѣ<1H0ORBdJE4b$q_6LR7`0̞O,En7Lib/SeеPK!kytheme/theme/themeManager.xml M @}w7c(EbˮCAǠҟ7՛K Y, e.|,H,lxɴIsQ}#Ր ֵ+!,^$j=GW)E+& 8PK!.atheme/theme/theme1.xmlYMoE#F{om'vGuرhF[xw;jf7q7J\ʉ("/z'4IA!>Ǽ3|^>5.=D4 ;ޭªIOHǛ]YxME$&;^TVIS 1V(Z Ym^_Ř&Jp lG@nN&'zξ@F^j$K_PA!&gǬへ=!n>^mr eDLC[OF{KFDžƠپY7q~o >ku)lVݜg d.[/_^йv[LԀ~Xrd|8xR{ (b4[@2l z "&'?>xpxGȡIXzg=2>ϫPCsu=o<.G4& h`9Q"LI(q }93̲8ztzH0SE+$_b9rQkZVͣiV 2n*=8OSyZ:"⨹ppH~_/PŴ%#:viNEcˬfۨY՛dEBU`V0ǍWTḊǬXEUJg/RAC8D*-Um6]Ptuyz*&Q܃h*6w+D?CprloSnpJoBӁc3 chϿ~TYok#ހ=pGn=wOikZoiBs͜zLPƆjui&e E0EMl8;|͚ 64HpU0)L O3 e:(xfä)Hy`r~B(ؘ-'4g\вfpZa˗2`khN-aT3ΑV \4  o`v/] f$~p p@ic0As\ @THNZIZ[}i RY\qy$JyϣH9\,AZjyiǛ)D]n|%lڟX̦l熹EЀ > 6ljWY DK/eby_膖L&W`VcJT14fS!:UJ0A?y6Xg1K#[]y%[BTRlwvSLɟ)4.Xt|zx\CJ#Lw@,e_}֜aN}jHP؏T$فdfl,YdTI]Zd+zoPnI hYC=!kk|l1Qn6MBŊ]|-_Ǭf^ Mθڎ`R+Wh1,Q >H *:[䠙A@V_ .ap64+lt^7st G5;Mb8s9x<ڮjI~11qM2%M2K94uo%PK! ѐ'theme/theme/_rels/themeManager.xml.relsM 0wooӺ&݈Э5 6?$Q ,.aic21h:qm@RN;d`o7gK(M&$R(.1r'JЊT8V"AȻHu}|$b{P8g/]QAsم(#L[PK-![Content_Types].xmlPK-!֧6 +_rels/.relsPK-!kytheme/theme/themeManager.xmlPK-!.atheme/theme/theme1.xmlPK-! ѐ' theme/theme/_rels/themeManager.xml.relsPK] d-B%4d5 _!$d5+&,},d-XOR$d-BR$;r"q(5_R$CIruUtNR$-.iO@8(  z  <A"?z  <A"?z  <A"?z  <A"?6 3 '''d- t|44 Z4c\~ 4/DM  3@BNOXi+l+f-KM<=?E,5% 2 "  Ou%Im~EOQU*6@$C$4%8%%&&'`)a)**t+{+,, -"-f- Xf-))^)`OJQJ-88^8`.^`.d^`.pp^p`.  ^ `.@ @ ^@ `.  ^ `.^`.xx^x`.^`.88^8`.^`.^`.pp^p`.  ^ `.@ @ ^@ `.  ^ `.^`.hh^h`CJOJQJ^JaJ-''^'`CJOJQJ^JaJ-^`CJOJQJ^JaJ-^`CJOJQJ^JaJ-dd^d`CJOJQJ^JaJ-##^#`CJOJQJ^JaJ-^`CJOJQJ^JaJ-^`CJOJQJ^JaJ-``^``CJOJQJ^JaJ-^`^`^`^`^`^`^`^`^`))^)`OJQJ-88^8`.^`.^`.pp^p`.  ^ `.@ @ ^@ `.  ^ `.^`.WW8Num2-Dd-f-@d-x@UnknownG* Times New Roman5Symbol3. * ArialO.  k9?Lucida Sans Unicode_ StarSymbolArial Unicode MS5. *aTahomaA BCambria MathBAhFFM&QM&Q!20M-M-2HX $P-!xxHaline Nobre CezarJosy e Luciano$      Oh+'0  4 @ L Xdlt|Haline Nobre CezarNormalJosy e Luciano2Microsoft Office Word@^в@@a@3M&GxRt  +g&" WMFC ml`gRt EMFVWh0P.   `g% % Rp@Times New Roman tRQ`2tl X$Q`2tl Id/1lt d/1XG* Times ew RomanF8'1x%1 dv% % %   TxIr@)@4L`g\PROJETO<HN2CCNTTIr@)@4L`gP 6 Rp@Times New Roman tRQ`2tl X$Q`2tl Id/1lt Pd/1XG* Times ew Roman r@)@ L`gP -!`g"  TTr@)@=L`gAlgumas contribuies sigH12N,',22!22,2,''1T Tr@)@=FL`gnificativas na melhoria da qualidade do ambiente urbano so citadas a 2!-,2,'2,N,22!,2,22,2,2,22,N2,2,2!2,22',2,,2,',!`g"  TxVr@)@L`g\seguir:',12!TTVr@)@L`gP -!`g"  T;:r@)@#cL`ga. purificao do ar, pela fixao de poeiras e gases txicos como gs carbnico e pela reciclagem ,22!!,-,,222,!2,,!3,,,22,22,",',1,(-'22,2',2N21,',,!232,2,2,,",,,-1,N!`g"  &" WMFC MT<> r@)@GL`gde gases atravs dos mecanismos fotossintticos e produo de oxignio; 2,2,',',",2,'22'N--,2'N2'!22''2,,2',2!222,,22,231,22TT? 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L`gP -!`g"  Tx r@)@ L`g\b. melh2N,2Td  r@)@ YL`goria do microclima da cidade, pela reteno de umidade do solo e do ar e pela gerao de 2!,22N,!2,N,2,,2,3,2,,!,,3,-22,2N2,2,22'22,32,!,2,,1,",-,22,!`g"  T" r@)@|KL`gsombra, evitando que os raios solares incidam diretamente sobre as pessoas;c'2N2!,,2,22222,2'!,2''2,!,'2,2,N2",,N,2,'22",,'2,''2-'TT " r@)@ |L`gP -!`g"  TC r@)@"L`gc. reduo na velocidade do vento;,!,22-,22,3,2,2,2,222,22TTDp r@)@DL`gP -!`g"  T \ y r@)@b 8L`gd. influncia no balano hdrico, favorecendo a infiltra22!2,2,,222,,3,222!,2!,22",,,222,3!!,T\  y r@)@\ b !L`go da gua no solo e provocando ,,23,-12,22'22,2!222,,222!`g"  T{ { r@)@ L`gevapotranspirao mais lenta;u,2,22!,2'2",,,2O,',2,TT|{  r@)@| L`gP -!`g"  T _ r@)@H ^L`ge. abrigo fauna, propiciando uma variedade maior de espcies, em conseqncia influenciando ,,2!12,!,22,3!22,,2222N,2,!,3,2,N,2!2,,'2-,,',N,22(-22,2,,2!2,3,,222!`g"  Ta # r@)@ `L`g positivamente para um maior equilbrio das cadeias alimentares e diminuio de pragas e agentes 22'2,N,2,2,!,2NO,2!,222!22,',,3,-',N,2,!,',2N22,-22,2!-1,',-2,2,'!`g"  T` QE r@)@. L`gTvete2,TR +E r@)@R. L`gpores de doenas; e2!,'2,23,2,,'-TT, XE r@)@,. L`gP -!`g"  TG & r@)@ L`gf. amortecimento de rudos.!,N2!,,N,223,!232'TT'G S r@)@' L`gP s-!`g"  Th + r@)@ ZL`gUma outra funo importante da arborizao urbana seu prstimo como corredor ecolgico, HN,22!,!23,,2N22!,2,2,-!22!-,,,23!2-2,,',22",'N2,2N2-2!!,22!,,231,2!`g"  T-  r@)@ HL`ginterligando as reas livres vegetadas da cidade, como praas e parques.2,!1,222,',",,'2",'2-1,,3,'2,,3,2,-2N22!,,,',2,!23,'TT - A r@)@ L`gP -!`g"  Rp@Times New Roman tRQ`2tl X$Q`2tl Id/1lt !d/1XG* Times ew Roman F8'1x%1!dv% % % TT  r@)@ ,L`gA flora nativa, h milhares de anos interagiH!2!,2,2,3,N2,",'2,,22'2,"-1T 4 r@)@ 4L`gndo com o ambiente, passou por um rigoroso processo 222,3N2,N2,2,2,&" WMFC -''2223!2N!13!2'22!2-,''2!`g"  TL 6 r@)@m UL`gde seleo natural que gerou espcies geneticamente resistentes e adaptadas ao meio, 2,',,-,22,2",22,1-!22,'2,,,'2,2,-,N,3,!,'',2,',,2,2,3,',2N,2!`g"  T  r@)@ _L`g diferentemente das espcies exticas que no sofreram tal processo e, em hiptese alguma so o 2!,!,2,O,2,2,','3,-,',32,,'22,2,2'2!",!,N,2!3,,''2,,N222,',,12O,',22!`g"  T Zjr@)@SL`g|substituto ideal para a '22'222,,2,!,,T[ jr@)@[SDL`gvegetao nativa em todas as funes que desempenham no ecossistema 2-1,,,,23,2,,N22,','!22,2,'23,2,',N3,32,N22,,2''',N,!`g"  Tlr@)@L`gl(LORENZI, 1992)."<HC=I= 2222!TTlr@)@L`gP -!`g"  TuPr@)@9bL`gA escolha das espcies arbreas deve ser feita de maneira cuidadosa, levando em conta no apenas H,',22,2,','2-,,',"22!,,'2,3,',!!,,2,N,2,!,,23,22',,3,322,N,22,2,2,2,2,'!`g"  TRH r@)@HL`ga beleza, mas suas caractersticas morfolgicas como, dimetro de tronco,2,,-,N,''2,'-,",,,!',,'N2!!231,,',3N22,N,!22,!22,2TI Rr@)@I L`g, altura mxima e o tipo de ,2!,N,3N,,2222,!`g"  Tt:6r@)@\L`graiz, alm das caractersticas ecolgicas como o tipo de solo onde ela se desenvolve melhor.!,-,,N2,',-!,,,!',,',,231-,',2N22222,'22222,,,',3-',2222,N,22!TT;g6r@)@;L`gP -!`g"  TX8r@)@WL`gA escolha correta evita problemas com os equipamentos urbanos, como fiaes eltricas, H,',22,,3!!,,,2,3!22,N,',2N2',222-N,22'2!2,22',2N2!,,2,',,!,,'!`g"  Th r@)@/L`gencanamentos, calhas, calamentos, muros, poste,2,,3,N,22',,2,',-,,N,22'N2!2'22',T xr@)@ 3L`gs de iluminao e gastos desnecessrios referentes '2,2N2,,,2,2,'2'2,'2,,,'(,!2'!-!,",2,'!`g"  T r@)@x=L`ga podas que poderiam ser evitadas ou mesmo a supresso total.,222,'22,223,!,N',",2,2,'22N,'N2,'32!,'',22,TT  r@)@ xL`gP -!`g"  % % % Tp94r@)@[L`gCom base na importncia do plantio de rvores nos centros urbanos, este projeto esta sendo C2N2,',2,N22!,2,-222,222,,!22",'22',,2!2'2!2,22',',2"2,2,',',222!`g"  T6 r@)@3L`gdesenvolvido para beneficiar a cidade de Sertozinh2,',2222222,!,3,2,!,,!,,2,2,3,8,!,2-22T\ 66r@)@ -L`go, proporcionando qualidade de vida, alm &" WMFC  da 22!222!,22,22223-2,2,2,22,,,N3,!`g"  T r@)@CL`gimplementao e aplicao da Poltica Municipal de Meio Ambiente. N2,N,2,,,2,,2,,-,22,82,,Y22,2,2,Y,2HN2,2,TT  r@)@ L`gP -!`g"  % % % TT r@)@xL`gP 6!`g" Rp@Times New Roman tRQ`2tl X$Q`2tl Id/1lt 'd/1XG* Times ew RomanE8'1x%1'dv% % % Rp @Times New RomantRQ`2tl X$Q`2tl Id/1lt 'd/1XG* Times ew omanE8'1x%1'dvdv% Rp@Times New Roman'd/1g(!|0(%*1$f1(* (`m|| w!٘\+XX   t.0("L础|0(P(\}w wdv% ( % (  Tr@)@!L`gEscolha da espcie mais adequada.C',28282,'8,,,R2(28,88282TTr@)@L`gP 6!`g"  % % % T05sr@)@\&L`gPara espcies de menor porte recomenda8,!,,'2-,,'2,N,23!32!,!-,2N,22,TT5Usr@)@5\L`gP-!TVsr@)@V\9L`gse o plantio em ruas estreitas e sob a fiao da rede de (,22,32,N!2,','!,,','32,!,-,22,",2,3,!`g"  Tpur@)@L`gXenergi,2,"1Tur@)@_L`g a eltrica. As espcies de portes mdio e grande so indicadas para as ruas largas ou avenidas ,,,!,,H','2--,'2,22!,'N,22,2!-22,',222,,2,'3,!,,(!2,',"1,'22,2,22,'!`g"  T Yr@)@B8L`gque tenham um canteiro central largo. Desta forma, evita22,,22,N2N,,2,!2,,2!,-"12H,',!2!O,,2,TT  Yr@)@ BL`gP-!T0 Yr@)@ B&L`gse o contato da rvore com a fiao e ',2,22,22,,"22!,,2N,!,-,2,!`g"  T[s r@)@;L`gconseqentemente a interrupo no fornecimento de energia. ,22',22,2,N,2,,2,"!22,,222!3!2,,N,222,,2,"1,TTt [ r@)@t L`gP -!`g"  Tl?r@)@(L`gXO proH2!2Th?r@)@(ZL`gjeto de arborizao municipal priorizar as espcies nativas, mas no deixar de utilizar ,22,-!22!-,,,2N22,2,2!2!-,!,,'-'2,,,'2,2,'N,'3,22,3,!,2,2-,!!`g"  TAr@)@L`gpespcies exticas.,'2,,,',32,,'TTAr@)@L`gP -!`g"  TTWr@)@@L`gP -!`g"  % % % TT2 r@)@,L`gEspcies a utilizar para reduo da poluioC'8,,,'28!,2,82,2,,88,2282828,21TT3 h r@)@3 L`gP 6!`g"  % % % T0r@)@bL`gSe o objetivo utilizar espcies para o controle da poluio, em reas centrais do municpio, ent8,222,22,2-,!,'2,,,'2-!,2,22!2,2,222,,2,N,",,'-,2!-'&> WMFC 22N22,22,2T`0Rr@)@L`gTo ,2!`g"  Tdr@)@L`gTdeve2,2,TTr@)@L`gP-!ThWr@)@ZL`gse utilizar uma composio de espcies resistentes poluio e que ao mesmo tempo renam ',2-,!2N,,2O22',,22,,'3,,,'",'',2,',222,,2,22,,3N,'N2,N22!,22,N!`g"  T`r@)@pcL`gcaractersticas morfolgicas adaptadas para esta funo, pois as folhas das rvores podem absorver ,,!-,,!',,'N2"!231,,',2,2,2,'2-!,,',"22,,222','!22,'3,',!22!,'223,N,2'2!3,!!`g" % % 6g6`g6`66f6_f6_66e6^e6^66d6]d6]66c6\c6\66b6[b6[66a6Za6Z66`6Y`6Y66_6X_6X6 6 ^6W^6W 6  6 ]6V]6V 6  6 \6U\6U 6  6 [6T[6T 6  6 Z6SZ6S 6 6Y6RY6R66X6QX6Q66W6PW6P66V6OV6O66U6NU6N6  ."System--@Times New Roman--- 2 OBPROJETO  2 O @Times New Roman--- 2 _B --- @Times New Roman-@Times New Roman--&2 pBARBORIZAO URBANA   2 p  2 B ---2 BeO espao urbano constitudo basicamente por reas edificadas (casas, comrcio e indstrias), reas   ,'2 Bedestinadas circulao das pessoas e veculos e reas livres de edificao (praas, quintais, etc.). 2 c ,'2 BEntende  2 p- 2 use por arborizz2 Jao urbana toda cobertura vegetal de porte arbreo existente nas cidades. 2 d ,'2 B`As rvores encontradas nas cidades exercem funo ecolgica, no sentido de melhoria do ambiente    ,'b2 B:urbano, e esttica, no sentido de embelezamento da cidade.   2  ,'12 BAlgumas contribuies sig  t2 Fnificativas na melhoria da qualidade do ambiente urbano so citadas a   ,'2 Bseguir: 2 i ,'2 Bca. purificao do ar, pela fixao de poeiras e gases txicos como gs carbnico e pela reciclagem )  ,'v2 BGde gases atravs dos mecanismos fotossintticos e produo de oxignio;o   2  ,'2 "Bb. melh 2 "mYoria do microclima da cidade, pela reteno de umidade do solo e do ar e pela gerao de b   ,'|2 2BKsombra, evitando que os raios solares incidam diretamente sobre as pessoas;s    2 2 ,'>2 BB"c. reduo na velocidade do vento; 2 B ,'_2 RB8d. influncia no balano hdrico, favorecendo a infiltra=2 Ru!o da gua no solo e provocando ;,'72 bBevapotranspirao mais lenta;  2 b ,'2 sB^e. abrigo fauna, propiciando uma variedade maior de espcies, em conseqncia influenciando    ,'2 B`positivamente para um maior equilbrio das cadeias alimentares e diminuio de pragas e agentes      ,'2 Bvetm&2 Tores de doenas; e 2  ,'42 Bf. amortecimento de rudos.   2  ,'2 BZUma outra funo importante da arborizao urbana seu prstimo como corredor ecolgico,    ,'w2 BHinterligando as reas livres vegetadas da cidade, como praas e parques.  2  ,'@Times New Roman---M2 B,A flora nativa, h milhares de anos interagi  Y2 54ndo com o ambiente, passou por um rigoroso processo    ,'2 BUde seleo natural que gerou espcies geneticamente resistentes e adaptadas ao meio, ,  ,'2 B_diferentemente das espcies exticas que no sofreram tal processo e, em hiptese alguma so o     ,'/2 Bsubstituto ideal para a q2 Dvegetao nativa em todas as funes que desempenham no ecossistema     ,'#2 B(LORENZI, 1992).  2  ,'2 %BbA escolha das espcies arbreas deve ser feita de maneira cuidadosa, levando em conta no apenas   ,'w2 5BHa beleza, mas suas caractersticas morfolgicas como, dimetro de tronco    52 5, altura mxima e o tipo de   ,'2 EB\raiz, alm das caractersticas ecolgicas como o tipo de solo onde ela se desenvolve melhor.    2 EI ,'2 UBWA escolha correta evita problemas com os equipamentos urbanos, como fiaes eltricas,     ,'R2 eB/encanamentos, calhas, calamentos, muros, poste   X2 eX3s de iluminao e gastos desnecessrios referentes  ,'g2 vB=a podas que poderiam ser evitadas ou mesmo a supresso total.    2 v ,'---2 B[Com base na importncia do plantio de rvores nos centros urbanos, este projeto esta sendo .   ,'X2 B3desenvolvido para beneficiar a cidade de Sertozinh O2 g-o, proporcionando qualidade de vida, alm da  ,'p2 BCimplementao e aplicao da Poltica Municipal de Meio Ambiente. r      2  ,'--- 2 B ,'@Times New Roman--- @Times New Roman-@Times New Roman--=2 B!Escolha da espcie mais adequada.;   2  ,'---D2 B&Para espcies de menor porte recomenda   2 (-a2 ,9se o plantio em ruas estreitas e sob a fiao da rede de t ,'2 Benergi2 e_a eltrica. As espcies de portes mdio e grande so indicadas para as ruas largas ou avenidas   ,'_2 B8que tenham um canteiro central largo. 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